Terapia presencial em que o brincar é a linguagem, e os pais caminham junto, com orientação ao longo do processo.
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A maioria dos pais chega com uma frase assim na cabeça.
Crise tem motivo. Dá para entender e aprender a manejar.
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Ansiedade também aparece em criança, muitas vezes como dor de barriga ou choro.
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Os pais recebem orientação durante todo o processo, sem culpa.
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Tenho experiência clínica com crianças no espectro e suas famílias.
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Criança raramente chega dizendo “estou ansiosa” ou “me sinto inseguro”. Ela mostra. Mostra no choro na porta da escola, na birra que não acaba, no medo de dormir sozinha, na agressividade com o irmão, na dor de barriga antes da prova. Como psicóloga infantil em São Roque, meu trabalho é ajudar a traduzir esses sinais e, junto com a família, encontrar formas melhores de lidar com eles.
Adulto conversa. Criança brinca. É brincando que ela conta o que está vivendo, ensaia soluções, expressa raiva e medo sem precisar ter as palavras certas. Na psicoterapia infantil, o brincar (às vezes chamado de ludoterapia) é o recurso principal: jogos, desenhos, bonecos, histórias, massinha. Para a criança, é um momento dela. Para mim, é a janela para entender o que está acontecendo e trabalhar isso no ritmo dela.
Não existe uma régua exata, mas alguns motivos aparecem muito:
Uma dica que costumo dar aos pais: mais do que o comportamento em si, observe se ele está durando, se está aumentando e se está atrapalhando a vida da criança ou da família. Se sim, vale conversar.
Terapia infantil não é deixar a criança na sala e buscar depois de 50 minutos. A orientação parental é parte do trabalho. Em encontros com os pais, a gente conversa sobre o que está aparecendo, ajusta combinados de rotina, pensa juntos em como reagir às crises e em como dar limite com afeto. Sem fórmula pronta e sem culpa: cada família tem sua história e o que funciona numa casa nem sempre funciona na outra.
Tenho experiência clínica com crianças no espectro, com foco em manejo de crises e da rotina, intervenção individual no ritmo da criança e orientação aos pais. Não trabalho com ABA. Quando a criança já tem acompanhamento com fono, terapia ocupacional ou médico, procuro conversar com essa equipe para que todos caminhem na mesma direção. Se ainda não há diagnóstico e existe a dúvida, a página de avaliação de autismo explica como funciona esse processo.
Uma dúvida comum. A terapia é um acompanhamento contínuo, focado em emoções, comportamento e relações. A avaliação neuropsicológica é um processo com começo, meio e fim, que investiga como a criança pensa, aprende e se comporta, e é indicada quando há suspeita de TEA, TDAH ou dificuldades de aprendizagem. Às vezes uma leva à outra. Na página de avaliação infantil tem mais detalhes.
Também atendo adolescentes, presencialmente. Com eles a conversa ganha mais espaço que o brincar, e o sigilo é combinado de forma clara desde o início: os pais participam, mas o adolescente precisa sentir que aquele espaço é dele.
O consultório fica na Vila Santa Isabel, em São Roque, e recebe também famílias de Mairinque, Alumínio, Araçariguama, Ibiúna e cidades próximas. Os horários são combinados com a família.
Descubra como seu filho pensa, aprende e se comporta. Esclarece suspeitas como TEA e TDAH e mostra o próximo passo.
Emoções, comportamento e desenvolvimento, trabalhados brincando, com os pais por perto.
Avaliação neuropsicológica para adultos e psicoterapia presencial ou online.
Eu não só avalio: acompanho crianças com TEA e suas famílias no dia a dia. Sei o que vem depois do laudo.
Estratégias para crises e rotina
Individual, no ritmo da criança
Os pais sabem como apoiar em casa
Um processo construído junto com a família, passo a passo.
Sem a criança, para você me contar com calma a história dela e o que tem preocupado.
Encontros presenciais em que o brincar é a forma de entender e trabalhar o que ela sente.
Encontros periódicos para conversar sobre o que aparece e ajustar o que fazer em casa.
Quando faz sentido e com sua autorização, converso com a escola para alinhar estratégias.
Psicóloga. Comecei no hospital e hoje me dedico à avaliação neuropsicológica e ao atendimento de crianças, incluindo crianças com TEA.
Escuta de verdade, ética e respeito ao tempo de cada criança.
CRP 06/190425Pós em Neuropsicologia
Escreve do seu jeito. Vai direto pro meu WhatsApp.
Ficou alguma? Pergunta direto pra Giu.
Não existe uma idade mínima fixa. Com crianças pequenas, a orientação aos pais costuma ter um peso ainda maior. Na primeira conversa a gente avalia o que faz mais sentido.
Depende de cada criança e do motivo que trouxe vocês. O andamento é conversado com os pais nas devolutivas, sem prazo prometido.
Na maior parte das vezes a criança fica sozinha comigo, e os pais têm encontros próprios de orientação. Em alguns casos, principalmente com os menores, a participação dos pais na sessão pode ajudar.
A verdade, de um jeito simples: que ele vai a um lugar para brincar e conversar com alguém que ajuda crianças com sentimentos. Evite apresentar como castigo.
Não. Terapia infantil e de adolescentes é só presencial, no consultório em São Roque. O atendimento online é para adultos.
Sim. Tenho experiência clínica com crianças no espectro, com manejo, intervenção e orientação parental. Não faço ABA.