Avaliação presencial para crianças, adolescentes e adultos, com testes padronizados e um olhar para a vida real: escola, trabalho, casa.

Desatenção e agitação têm muitas causas. TDAH é uma delas.
Não existe um exame de sangue, de imagem ou um único teste que confirme TDAH. O diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é clínico: ele depende de juntar a história da pessoa, o relato de quem convive com ela e uma investigação cuidadosa da atenção e do comportamento. A avaliação de TDAH que eu faço em São Roque é presencial, usa testes padronizados e serve para responder uma pergunta honesta: essa dificuldade é TDAH, é outra coisa, ou é uma mistura?
Pelos critérios do DSM-5-TR, o TDAH envolve um padrão persistente de desatenção, de hiperatividade e impulsividade, ou dos dois. Para pensar nesse diagnóstico, os sinais precisam:
Esse último ponto é o que mais pesa. Toda criança se distrai, todo adulto esquece compromisso de vez em quando. O que a avaliação procura é um padrão que se repete e que causa prejuízo.
Escalas e questionários são úteis, mas sozinhos não fecham diagnóstico. Dificuldade de atenção pode vir de ansiedade, de sono ruim, de problemas de visão ou audição, de dificuldades de aprendizagem, de uma fase difícil em casa, e também pode aparecer junto com outras condições, como o autismo. Por isso a avaliação olha para atenção, memória, funções executivas (planejar, organizar, controlar impulsos), linguagem e aspectos emocionais, e cruza esses dados com a história de vida.
O diagnóstico de TDAH é clínico e, quando há indicação de tratamento com medicação, a decisão é do médico (neuropediatra, psiquiatra ou neurologista). A avaliação neuropsicológica contribui com informações detalhadas para esse diagnóstico e, principalmente, para o plano de cuidado: o que ajustar na escola, que estratégias usar em casa, se vale terapia e com qual foco.
Com crianças, a avaliação inclui conversa com os pais, encontros com a criança com testes e atividades e, quando faz sentido, contato com a escola. O professor vê seu filho em situações que você não vê, e essa visão ajuda muito. Em crianças pequenas o cuidado é maior, porque agitação faz parte da idade. Eu avalio a partir de 2 anos e 6 meses, mas o tipo de pergunta que a avaliação responde muda conforme a idade. Se a dúvida maior for sobre comunicação e interação, a página de avaliação de autismo pode ajudar.
Muitos adultos chegam depois de anos ouvindo que eram preguiçosos ou desorganizados. Outros desconfiam depois que um filho foi avaliado. Na avaliação de adulto, eu converso sobre a infância, a escola, o trabalho e os relacionamentos, aplico testes de atenção e funções executivas e, se possível, ouço alguém que te conhece bem. Se o que você procura é um espaço para cuidar da ansiedade e da rotina, a psicoterapia para adultos também pode ser um caminho, inclusive online.
A avaliação acontece no consultório da Vila Santa Isabel, por agendamento, com duração média de dois meses. Atendo famílias e adultos de São Roque, Mairinque, Alumínio, Araçariguama, Ibiúna, Vargem Grande Paulista e Sorocaba. Não precisa de encaminhamento médico para começar. Ele só pode ser exigido se você for pedir reembolso ao convênio, conforme o seu plano.
Três caminhos. Se não souber qual é o seu, me chama que a gente descobre junto.
Crianças, adolescentes e adultos · presencial
Mostra como a pessoa pensa, aprende e se comporta. Esclarece suspeitas como TDAH e TEA.
Crianças e adolescentes · presencial
Emoções, comportamento e desenvolvimento, com os pais por perto.
Adultos · presencial e online
Um espaço pra falar do que pesa e cuidar de você. No consultório ou por vídeo.
Psicóloga. Comecei no hospital e hoje me dedico à avaliação neuropsicológica e à psicoterapia, com experiência clínica em crianças no espectro autista.
Escuta de verdade, ética e respeito ao tempo de cada pessoa. É assim que eu trabalho.
Escreve do seu jeito. Vai direto pro meu WhatsApp.

Não. Nenhum teste isolado confirma TDAH. A avaliação junta testes padronizados, entrevistas e a história de vida ao longo de alguns encontros.
Não. A decisão sobre medicação é do médico. A avaliação traz informações que ajudam nessa decisão e no plano de cuidado como um todo.
Pode. Faço avaliação de adultos, presencial, olhando para a infância, os estudos, o trabalho e o dia a dia de hoje.
Na avaliação infantil, ouvir a escola costuma ajudar bastante, mas só acontece quando faz sentido e com a autorização da família.
Não. A avaliação é só presencial, porque os testes padronizados precisam ser aplicados no consultório.
Também é uma resposta importante. A devolutiva mostra o que está por trás das dificuldades e qual caminho faz mais sentido.