Uma avaliação presencial, com testes padronizados e muita conversa, para entender como seu filho se comunica, brinca e aprende. E o que fazer com isso depois.
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Dúvida sobre autismo costuma chegar de mansinho, e quase nunca com certeza.
Pode ser muita coisa. Vale olhar com calma e com método.
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A observação do professor ajuda muito, mas não fecha nada sozinha.
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Questionário online não é avaliação. Respira, que dá para investigar direito.
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Adolescentes e adultos também podem ser avaliados.
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Quando uma família me procura para uma avaliação de autismo em São Roque, a primeira coisa que eu explico é o que ela não é. Não é um teste online, não é um questionário de dez perguntas e não é uma consulta única em que alguém olha a criança por meia hora e dá uma resposta. É um processo presencial, feito em vários encontros, com instrumentos padronizados, entrevista com os pais e observação cuidadosa de como a criança se comunica, brinca e reage ao que acontece ao redor.
O diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) é clínico. Não existe exame de sangue ou de imagem que confirme o autismo. Ele é feito pelo médico, em geral neuropediatra ou psiquiatra, a partir da história do desenvolvimento, da observação do comportamento e de critérios usados internacionalmente, como os do DSM-5-TR.
A avaliação neuropsicológica entra como uma peça importante desse quebra-cabeça. Ela traz dados organizados sobre comunicação, interação social, comportamentos repetitivos, atenção, linguagem, memória e funções executivas. Com isso, o médico tem mais informação para decidir, e a família e a equipe que vai acompanhar a criança têm um mapa do que ela já faz bem e do que precisa de apoio. Muitas vezes fono e terapeuta ocupacional também participam desse olhar.
Os critérios para TEA giram em torno de dois grandes eixos: a comunicação e a interação social, e os padrões de comportamento, interesses ou atividades restritos e repetitivos, o que inclui as questões sensoriais (incômodo com barulho, textura, roupa, luz). Esses sinais aparecem desde cedo no desenvolvimento, mas em algumas pessoas só ficam evidentes quando as demandas sociais aumentam, ou ficam disfarçados por estratégias que a pessoa aprendeu.
Na prática, eu olho para coisas como:
Nenhum sinal isolado significa autismo. Uma criança que demora a falar ou que se irrita com barulho pode estar dentro do esperado. Por isso a avaliação junta várias fontes de informação antes de qualquer conclusão.
Eu avalio crianças a partir de 2 anos e 6 meses. Também faço avaliação de adolescentes e adultos com suspeita de TEA, que é cada vez mais comum: muita gente chega à vida adulta sem nunca ter tido uma explicação para o cansaço social, a necessidade de rotina ou a dificuldade de entender regras que ninguém fala em voz alta.
Aqui está a parte que mais me importa. Além de avaliar, eu tenho experiência clínica com crianças no espectro: manejo de crises e rotina, intervenção individual no ritmo da criança e orientação parental. Eu não trabalho com ABA. Então, na devolutiva, você não recebe só um documento. A gente conversa sobre o que os resultados significam para a vida real do seu filho, o que levar para o médico, o que pedir para a escola e quais apoios fazem sentido agora.
Se você ainda está no começo das dúvidas e quer entender melhor a avaliação neuropsicológica de forma geral, vale ler a página de avaliação infantil. Se a suspeita for de dificuldade de atenção e agitação, a página de avaliação de TDAH explica as diferenças.
O consultório fica na Vila Santa Isabel, em São Roque, e recebe famílias da cidade e de Mairinque, Alumínio, Araçariguama, Ibiúna, Vargem Grande Paulista e Sorocaba. Como a avaliação tem vários encontros ao longo de cerca de dois meses, a gente combina os horários com antecedência para caber na rotina da família e da escola. Não precisa de encaminhamento médico para começar.
Descubra como seu filho pensa, aprende e se comporta. Esclarece suspeitas como TEA e TDAH e mostra o próximo passo.
Emoções, comportamento e desenvolvimento, trabalhados brincando, com os pais por perto.
Avaliação neuropsicológica para adultos e psicoterapia presencial ou online.
Eu não só avalio: acompanho crianças com TEA e suas famílias no dia a dia. Sei o que vem depois do laudo.
Estratégias para crises e rotina
Individual, no ritmo da criança
Os pais sabem como apoiar em casa
Toque na idade e veja os sinais mais comuns. Nenhum sinal sozinho é diagnóstico.
Em média, cerca de 2 meses da primeira conversa até a devolutiva.
Você me conta a história do seu filho, do bebê até hoje, e o que tem te preocupado.
Aplico testes padronizados e atividades de brincar, sempre no ritmo dela.
Quando faz sentido, ouço a escola e quem já acompanha a criança.
Explico os resultados com calma, entrego o relatório e as orientações para casa, escola e médico.
Psicóloga. Comecei no hospital e hoje me dedico à avaliação neuropsicológica e ao atendimento de crianças, incluindo crianças com TEA.
Escuta de verdade, ética e respeito ao tempo de cada criança.
CRP 06/190425Pós em Neuropsicologia
Escreve do seu jeito. Vai direto pro meu WhatsApp.
Ficou alguma? Pergunta direto pra Giu.
Questionários online podem levantar uma suspeita, mas não fazem avaliação nem diagnóstico. A avaliação de autismo é presencial, com instrumentos padronizados e observação ao longo de vários encontros.
O diagnóstico de TEA é clínico e feito pelo médico, como neuropediatra ou psiquiatra. A avaliação neuropsicológica traz informações detalhadas que ajudam nesse diagnóstico e no plano de intervenção.
Eu avalio a partir de 2 anos e 6 meses. Se seu filho é mais novo e você tem dúvidas, converse com o pediatra, que pode fazer a triagem do desenvolvimento, e me chame se quiser orientação sobre o próximo passo.
Sim. Faço avaliação de adolescentes e adultos com suspeita de TEA, também presencial, no consultório em São Roque.
Não. Acompanho crianças no espectro com manejo, intervenção individual no ritmo da criança e orientação parental, sem ABA.
O relatório traz orientações que podem ser compartilhadas com a escola, se a família quiser. Para direitos e adaptações que exigem diagnóstico, a escola costuma pedir também o laudo médico.